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	<title>Arlequinal &#187; Fotografia</title>
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	<description>Cultural e Coletivo</description>
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		<title>Auschwitz &#8211; A fotografia dos sapatos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Museu Auschwitz – http://en.auschwitz.org.pl Por Fernando de F. L. Torres, Dentre todas fotos do campo de concentração de Auschwitz, as que mais me impressionam são aquelas que mostram os pertences dos executados. É como se naquelas só pudessemos reparar nas ausências. De um sapato, faltam pés e pernas. E continuamos sentindo falta até percebemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Sapatos Auschwitz" src="http://en.auschwitz.org.pl/m/index.php?option=com_ponygallery&amp;func=watermark&amp;id=746&amp;Itemid=3" alt="" width="596" height="650" />Foto: Museu Auschwitz – http://en.auschwitz.org.pl</p>
<p>Por Fernando de F. L. Torres,</p>
<p>Dentre todas fotos do campo de concentração de Auschwitz, as que mais me impressionam são aquelas que mostram os pertences dos executados.</p>
<p>É como se naquelas só pudessemos reparar nas ausências. De um sapato, faltam pés e pernas. E continuamos sentindo falta até percebemos que nas fotos faltam uma multidão de pessoas.</p>
<p>Acho que foi Primo Levi que me fez entender quem foram aquelas pessoas. Ele me deu personagens para aqueles sapatos. Mas nenhum deles pertenceu a ele.</p>
<p>Entre Anne Frank e Primo Levi, fico com o segundo. Seu texto não inspira pena, não te pede compaixão. Os horrores da guerra não são maniqueístas. Muitos alemães são capazes de atos de compaixão, como muitos prisioneiros são tão cruéis como os carcereiros. A história é dura e dela sobraram sapatos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exposicão S/T &#8211; Últimas Semanas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Fiamoncini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Exposição Fotográfica S/T está nas últimas semanas em cartaz. Ela conta com a participação de mais de 30 trabalhos diferenciados e poderá ser visitada até dia 18 de julho na Galeria Olido, São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Exposição Fotográfica S/T está nas últimas semanas em cartaz.</p>
<p>Ela conta com a participação de mais de 30 trabalhos diferenciados e poderá ser visitada até dia 18 de julho na Galeria Olido, São Paulo.</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0055.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-773" title="Exposição S/T" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0055.jpg" alt="" width="550" height="367" /></a></p>
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		<title>Do Sonhar</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yule</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Yule Barbosa Do Sonhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/Users/pop/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /><img src="/Users/pop/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" />Por Yule Barbosa</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tumblr_kwk0nens7W1qakouxo1_500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-679" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tumblr_kwk0nens7W1qakouxo1_500.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p><em>Do Sonhar.</em></p>
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		<title>Sobrevivência da arte e do livro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de F. L. Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando Torres &#8220;Por princípio a obra de arte sempre foi reprodutível. O que os homens tinham feito sempre pôde ser imitado por homens. Tal imitação foi também exercitada por alunos para praticarem a arte, por mestres para divulgação das obras e, finalmente, por terceiros ávidos de lucro. Em contraposição a isto, a reprodução técnica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Fernando Torres</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Por princípio a obra de arte sempre foi reprodutível. O que os homens tinham feito sempre pôde ser imitado por homens. Tal imitação foi também exercitada por alunos para praticarem a arte, por mestres para divulgação das obras e, finalmente, por terceiros ávidos de lucro. Em<br />
contraposição a isto, a reprodução técnica da obra de arte é algo de novo que se vai impondo, intermitentemente na história, em fases muito distanciadas umas das outras, mas com crescente intensidade.</em>&#8221;</p>
<p style="text-align: right;">- W. Benjamin <em>in</em>: &#8220;A Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Desde o advento da fotografia (que culminaria no cinematógrafo), as artes plásticas foram condenadas à morte para poder, enquanto Fênix, renascer sob uma nova roupagem. As artes plásticas e o teatro foram questionados e hoje sobrevivem em forma de arte. O cinema, inclusive questionou, ainda que só arranhasse a superfície, a literatura. Porém, em nenhum momento o formato livro foi questionado até agora.</p>
<p style="text-align: left;">Devemos distinguir que literatura e livro são coisas bastante diferentes. A literatura são as idéias, o subjetivo, o conteúdo que o livro carrega, existia antes do livro e existirá se esse se for. Já o livro é um formato.  Nossa concepção de livro é marcado pelo invento de Guttenberg e seus avanços tecnológicos (viva o off-set). Objeto de Fetiche e Status, dificilmente o livro deixará  de ocupar um local de destaque em nossa sociedade, porém, assim como outros formatos, terá de se adaptar para sobreviver.</p>
<p style="text-align: left;">Adorno abre suas &#8220;Notas sobre a Litetatura&#8221; (Ed. 34), dizendo que é necessário elevar o ensaio à arte. Sem dúvida o destino do livro é ser elevado à arte. Pouco à pouco vejo edições mais elaboradas sendo produzidas. Não falo em edições de luxo (que também continuarão a ser produzidas), mas edições que o ato de editar e produzir um livro são elevados à arte. Nesse sentido, a editora Cosac Naify tem explorado esse caminho com foice na mão e abrindo uma trilha interessante para quem estiver disposto à segui-la. Dois exemplos claros são &#8220;Bartleby, O Escrivão&#8221; (Melville) e &#8220;Flores&#8221; (Mário Bellatin). No primeiro, as páginas devem ser cortadas para que o livro seja lido, o movimento que o leitor é obrigaod a fazer é diametralmente oposto ao do protagonista. No derradeiro, o livro é comercializado sem capa e dentro de um saco plástico, na obra fragmentar (entre o romance e o conto). A Obra trata-se de incompletude, e sua própria edição é incompleta.</p>
<p style="text-align: left;">Obviamente, outras editoras estão pouco à pouco seguindo esse caminho. Em Desacordo Ortográfico (Não Editora), em um um dos contos existe uma série de imagens no canto das páginas que se folheadas rapidamente formam um &#8220;filminho&#8221;. Ainda, Antônio Xerxenesky, em &#8220;Areia nos Dentes&#8221; (Não Editora), experimenta com caractéres, e formatações diferentes. Os Livros do poeta Manoel de Barros vêm em folhas soltas dentro de uma caixa. Samir Mesquita inovou de tal maneira em seu livro de microcontos &#8220;18:30&#8243; que nem ISBN ele conseguiu (isso espero que mude). A arte de editar um livro, que até pouco tempo era considerado apenas técnica, está se desenvolvendo por um único motivo, a existência do livro está ameaçada. A brochura de textos impressos receberá o golpe, e o livro se elevará à arte.</p>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 12:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Fiamoncini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernanda Fiamoncini Pendurou-se. Havia trabalho a fazer. Corajoso como poucos. Morreu na contramão, disse no ouvido transeunte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernanda Fiamoncini</p>
<p>
<img border="0" align="center" src="http://www.novasvisoes.com.br/images/Fernanda_construcao.jpg" /></p>
<p align="justify">Pendurou-se. Havia trabalho a fazer. Corajoso como poucos. Morreu na contramão, disse no ouvido transeunte.</p>
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