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	<title>Arlequinal &#187; Artes Plásticas</title>
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	<description>Cultural e Coletivo</description>
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		<title>Moacyr Scliar</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 12:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando de F. L. Torres Estive com Moacyr Scliar quando tinha não mais que 8 ou 9 anos. Em um evento da escola em que estudei ele autografou o livro Navio das Cores, que muito havia me impressionado pelas pinturas de Lasar Segall. Lembro de Scliar ter sido carinhoso comigo.  Não lembro muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernando de F. L. Torres</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/208465_4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-927" title="208465_4" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/208465_4.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Estive com Moacyr Scliar quando tinha não mais que 8 ou 9 anos. Em um evento da escola em que estudei ele autografou o livro Navio das Cores, que muito havia me impressionado pelas pinturas de Lasar Segall.</p>
<p>Lembro de Scliar ter sido carinhoso comigo.  Não lembro muito mais que isso. Já mais velho, sempre li seus textos na Folha de São Paulo com especial atenção.</p>
<p>Navio das Cores é um dos livros essenciais da minha formação. Talvez eu ainda entenda arte sobre o prisma infantil de quem se impressionou com este livro.</p>
<p>Fica aqui minha homenagem ao autor.</p>
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		<title>O problema das Academias de Arte</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 13:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando de F. L. Torres, É chegada a época das nomeações do prêmio popularmente conhecido com Oscar. Porém, o prêmio oficialmente atende pela alcunha de Academy Awards, ou seja, o prêmio da Academia. Mas eu me pergunto: que significa uma academia de artes? Não quero entrar no mérito da nossa mais conhecida academia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernando de F. L. Torres,</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 3px;" title="Academy Awards" src="http://rodrigojames.com/wp-content/uploads/2010/03/oscar-1.jpg" alt="" width="240" height="240" /></p>
<p>É chegada a época das nomeações do prêmio popularmente conhecido com Oscar. Porém, o prêmio oficialmente atende pela alcunha de Academy Awards, ou seja, o prêmio da Academia. Mas eu me pergunto: que significa uma academia de artes?</p>
<p>Não quero entrar no mérito da nossa mais conhecida academia de artes no Brasil ser a de Letras, com seus escritores de nenhuma relevância para nossa literatura.</p>
<p>Quero questionar: o que é e para que serve uma Academia de Artes? Os grandes astistas, tal quais Van Gogh nunca tiveram aceitação das academias de artes. Aliás, historicamente as academias rejeitaram a vanguarda sistematicamente.</p>
<p>A Academia que organiza o Oscar não é diferente. Sistematicamente seus membros escolhem filmes que representam a manutenção do enlatamento da indústria cinematográfica norteamericana (com raras exceções) .  Que eu me lembre, o filme estrangeiro mais premiado nos últimos 20 anos foi &#8220;A vida é bela&#8221;, que é uma exaltação aos valores cinematográficos de Hollywood.</p>
<p>Não acho todo o cinema norteamericano reprovável. Existem bons profissionais comprometido com bons filmes e alguns raros comprometidos com a vanguarda. Do Festival de Sundance eventualmente surge filme interessantes e pessoas como Charlie Kauffman ainda existem. Mas em sua imensa maioria, o enlatamento impera nos filmes.</p>
<p>O Oscar dificilmente premiará o excelente &#8220;O Mágico&#8221; como melhor animação, como não premiou Fernanda Montenegro quando teve oportunidade. O prêmio de Javier Barden, se vier, terá o mesmo valor que o Cristian Bale, que concorrem mais por serem bonitos que por serem bons atores (um bem mais do que outro).</p>
<p>Sobre esta ou outra Academia de Artes? I&#8217;m not there. Que eles fiquem com suas carecas e com suas exaltações, que eu fico com minha vanguarda e com minha juventude.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exposicão S/T &#8211; Últimas Semanas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Fiamoncini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Exposição Fotográfica S/T está nas últimas semanas em cartaz. Ela conta com a participação de mais de 30 trabalhos diferenciados e poderá ser visitada até dia 18 de julho na Galeria Olido, São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Exposição Fotográfica S/T está nas últimas semanas em cartaz.</p>
<p>Ela conta com a participação de mais de 30 trabalhos diferenciados e poderá ser visitada até dia 18 de julho na Galeria Olido, São Paulo.</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0055.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-773" title="Exposição S/T" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0055.jpg" alt="" width="550" height="367" /></a></p>
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		<title>Do Sonhar</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yule</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Yule Barbosa Do Sonhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/Users/pop/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /><img src="/Users/pop/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" />Por Yule Barbosa</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tumblr_kwk0nens7W1qakouxo1_500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-679" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tumblr_kwk0nens7W1qakouxo1_500.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p><em>Do Sonhar.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pela dessacralização da arte</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 13:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de F. L. Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando Torres Eu já escrevi anteriormente sobre a dessacralização em um texto acerca do Mito da Inspiração. Quem foi ao Louvre (eu ainda não fui) conta que em torno na Monalisa fica uma multidão tentando tirar fotos separados do quadro por um longinquo cordão de isolamento e uma parede de vidro. Maioria das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernando Torres</p>
<p>Eu já escrevi anteriormente sobre a dessacralização em um texto acerca do Mito da Inspiração. Quem foi ao Louvre (eu ainda não fui) conta que em torno na Monalisa fica uma multidão tentando tirar fotos separados do quadro por um longinquo cordão de isolamento e uma parede de vidro. Maioria das pessoas que conheço passou reto. O engraçado é que nunca ví nada demais em tal quadro, ele não representa as mais importantes características so Renascimento.</p>
<p>Mas o sorriso da Gioconda está sacralizado. E existe quem ache isso bom. Hoje pela manhã ouvi Barbara Gancia criticar a falta de respeito do paulistano pelo Monumento das Bandeiras de victor Brecheret. Para a jornalista subir no monumento que a obra de arte não é valorizada e o hábito de escalá-la é vandalismo. Com todo respeito que tenho pela combativa jornalista e seu cão Pacheco Pafúncio, exatamente o contrário é representado pelo hábito.</p>
<p>A arte deve integrar e não oprimir. O &#8220;deixa-que-eu-empurro&#8221; (apelido carinhoso do monumento) é uma monstruosa escultura na saída do principal parque da cidade, é um símbolo paulistano como é o Cristo Redentor para o Rio de Janeiro.  A diferença com o simbolo carioca é exatamente essa, não é um monumento inatingível. É um monumento democrático, pertence à cidade e a seu povo, que pode fazer parte daquele monumento e portante pertencer à cidade.</p>
<p>O povo gosta, reconhece e valoriza o monumento e entende que a arte é integrativa.  Subir no monumento é como a cultura do Grafitti nos grande centros urbanos (principalmente as megalópoles mundo afora) é ato de resistência e reintegração daqueles que exatamente são engolidos, digeridos e expulsos por ela pelo movimento semelhante à Haussmanização de Paris que é repetido prefeito após prefeito na cidade. Mas a escultura de Victor Brecheret tem função e forma diversa da Torre Eifel, do Arco do Triunfo, entre tantos outros. Precisamos parar de sacralizar a arte para que possamos vivê-la.</p>
<p>E acima de tudo, para acrescentar algo jocoso, você  já viu alguem escalar a estátua do Borba Gato para tirar fotos?</p>
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		<title>Sobrevivência da arte e do livro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de F. L. Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando Torres &#8220;Por princípio a obra de arte sempre foi reprodutível. O que os homens tinham feito sempre pôde ser imitado por homens. Tal imitação foi também exercitada por alunos para praticarem a arte, por mestres para divulgação das obras e, finalmente, por terceiros ávidos de lucro. Em contraposição a isto, a reprodução técnica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Fernando Torres</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Por princípio a obra de arte sempre foi reprodutível. O que os homens tinham feito sempre pôde ser imitado por homens. Tal imitação foi também exercitada por alunos para praticarem a arte, por mestres para divulgação das obras e, finalmente, por terceiros ávidos de lucro. Em<br />
contraposição a isto, a reprodução técnica da obra de arte é algo de novo que se vai impondo, intermitentemente na história, em fases muito distanciadas umas das outras, mas com crescente intensidade.</em>&#8221;</p>
<p style="text-align: right;">- W. Benjamin <em>in</em>: &#8220;A Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Desde o advento da fotografia (que culminaria no cinematógrafo), as artes plásticas foram condenadas à morte para poder, enquanto Fênix, renascer sob uma nova roupagem. As artes plásticas e o teatro foram questionados e hoje sobrevivem em forma de arte. O cinema, inclusive questionou, ainda que só arranhasse a superfície, a literatura. Porém, em nenhum momento o formato livro foi questionado até agora.</p>
<p style="text-align: left;">Devemos distinguir que literatura e livro são coisas bastante diferentes. A literatura são as idéias, o subjetivo, o conteúdo que o livro carrega, existia antes do livro e existirá se esse se for. Já o livro é um formato.  Nossa concepção de livro é marcado pelo invento de Guttenberg e seus avanços tecnológicos (viva o off-set). Objeto de Fetiche e Status, dificilmente o livro deixará  de ocupar um local de destaque em nossa sociedade, porém, assim como outros formatos, terá de se adaptar para sobreviver.</p>
<p style="text-align: left;">Adorno abre suas &#8220;Notas sobre a Litetatura&#8221; (Ed. 34), dizendo que é necessário elevar o ensaio à arte. Sem dúvida o destino do livro é ser elevado à arte. Pouco à pouco vejo edições mais elaboradas sendo produzidas. Não falo em edições de luxo (que também continuarão a ser produzidas), mas edições que o ato de editar e produzir um livro são elevados à arte. Nesse sentido, a editora Cosac Naify tem explorado esse caminho com foice na mão e abrindo uma trilha interessante para quem estiver disposto à segui-la. Dois exemplos claros são &#8220;Bartleby, O Escrivão&#8221; (Melville) e &#8220;Flores&#8221; (Mário Bellatin). No primeiro, as páginas devem ser cortadas para que o livro seja lido, o movimento que o leitor é obrigaod a fazer é diametralmente oposto ao do protagonista. No derradeiro, o livro é comercializado sem capa e dentro de um saco plástico, na obra fragmentar (entre o romance e o conto). A Obra trata-se de incompletude, e sua própria edição é incompleta.</p>
<p style="text-align: left;">Obviamente, outras editoras estão pouco à pouco seguindo esse caminho. Em Desacordo Ortográfico (Não Editora), em um um dos contos existe uma série de imagens no canto das páginas que se folheadas rapidamente formam um &#8220;filminho&#8221;. Ainda, Antônio Xerxenesky, em &#8220;Areia nos Dentes&#8221; (Não Editora), experimenta com caractéres, e formatações diferentes. Os Livros do poeta Manoel de Barros vêm em folhas soltas dentro de uma caixa. Samir Mesquita inovou de tal maneira em seu livro de microcontos &#8220;18:30&#8243; que nem ISBN ele conseguiu (isso espero que mude). A arte de editar um livro, que até pouco tempo era considerado apenas técnica, está se desenvolvendo por um único motivo, a existência do livro está ameaçada. A brochura de textos impressos receberá o golpe, e o livro se elevará à arte.</p>
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		<title>Magia do Cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maurício Z. Porto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Maurício Z. Porto</p>
<p><img src="http://www.novasvisoes.com.br/images/Mauricio_movie_magic.JPG" alt="" /></p>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 12:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Fiamoncini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernanda Fiamoncini Pendurou-se. Havia trabalho a fazer. Corajoso como poucos. Morreu na contramão, disse no ouvido transeunte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernanda Fiamoncini</p>
<p>
<img border="0" align="center" src="http://www.novasvisoes.com.br/images/Fernanda_construcao.jpg" /></p>
<p align="justify">Pendurou-se. Havia trabalho a fazer. Corajoso como poucos. Morreu na contramão, disse no ouvido transeunte.</p>
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		<title>Coffee</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Egnaldo Oliveira</p>
<p><a href="http://www.novasvisoes.com.br/images/Egnaldo_coffee.jpg"><img src="http://www.novasvisoes.com.br/images/Egnaldo_coffee.jpg" alt="" width="460" height="719" /></a></p>
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		<title>Relicário</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 13:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yule</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Óleo sobre tela 2008]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-376" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2009/07/DSCF1044-1024x768.jpg" alt="DSCF1044" width="614" height="461" /></p>
<p style="text-align: center;">Óleo sobre tela</p>
<p style="text-align: center;">2008</p>
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