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	<title>Arlequinal &#187; Egnaldo Oliveira</title>
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	<description>Cultural e Coletivo</description>
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		<title>Cinema Vivo &#8220;Fluidos&#8221;, um longa metragem ao vivo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira Enquanto um casal torna-se escravo de seus próprios fetiches, uma mulher de meia-idade, que encontra seu marido apenas pela Internet, inicia uma relação com uma transexual, e um garoto expõe sua vida num programa de televisão sensacionalista. Essa é a base de Fluidos, dirigido por Alexandre Carvalho e filmado ao vivo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Egnaldo Oliveira<br />

<div style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-522" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Fluidos.JPG" alt="Fluidos" width="489" height="492" /></div>
<p>
<div style="text-align: justify">Enquanto um casal torna-se escravo de seus próprios fetiches, uma mulher de meia-idade, que encontra seu marido apenas pela Internet, inicia uma relação com uma transexual, e um garoto expõe sua vida num programa de televisão sensacionalista. Essa é a base de <em>Fluidos</em>, dirigido por Alexandre Carvalho e filmado ao vivo na cidade de São Paulo.</div>
<div style="text-align: justify">
<p>A proposta do CineVivo é a da estrutura exposta, do escancaramento do processo: cinema explícito. A fonte da qual ele se alimenta é a realidade do entorno onde acontece — o espaço geográfico compartilhado, as pessoas que moram e circulam por esse espaço e o tempo expandido, em todas as suas manifestações possíveis de captação.</p>
<p>Personagens, pessoas reais, cotidiano, ensaio e realidade, platéia e cenário, tudo coexistindo na realização ao vivo de um filme de ficção de 70 minutos com captação, edição e exibição simultâneas.</p>
<p>Agora esse projeto inovador e ousado dá mais um passo: estreará em formato digital no <em>Festival de Cinema do Rio 2009</em> na <em>Mostra Novos Rumos da Premiére Brasil. </em>A sessão de gala do filme ocorre no dia 02.10, seguida de apresentações diárias, entre os dias 03 e 05.10. Em  seguida <em>Fluidos</em> participará do<em> Festival Internacional de Cinema de Arte de Salvador. </em>O projeto foi vencedor do<em> Edital Primeiras Obras</em>, da Prefeitura Municipal de São Paulo.</div>
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		<title>Cia. Bruta de Arte apresenta espetáculo itinerante</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira A Cia. Bruta de Arte apresenta até o dia 25 de outubro o espetáculo Cine Belvedere. A peça, que ocupa o Casarão do Belvedere, na Bela Vista, marca a estréia da companhia como grupo independente, depois da experiência de 4 anos de seus atores no Núcleo Experimental do Satyros. Cine Belvedere é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Por Egnaldo Oliveira</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Foto-3-Pacha-e-Anette-atrizes-Marba-Goicochea-e-Maria-Campanelli-Hass-Helder-Rocha-e-Paulo-Maeda-foto-Igor-Blinstrub.jpg"><img class="size-medium wp-image-514 alignleft" style="margin: 5px" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Foto-3-Pacha-e-Anette-atrizes-Marba-Goicochea-e-Maria-Campanelli-Hass-Helder-Rocha-e-Paulo-Maeda-foto-Igor-Blinstrub-211x300.jpg" alt="Foto 3 - Pacha e Anette - atrizes Marba Goicochea e Maria Campanelli Hass, Helder Rocha e Paulo Maeda - foto Igor Blinstrub" width="211" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A <em>Cia. Bruta de Arte</em> apresenta até o dia 25 de outubro o espetáculo <em>Cine Belvedere</em>. A peça, que ocupa o Casarão do Belvedere, na Bela Vista, marca a estréia da companhia como grupo independente, depois da experiência de 4 anos de seus atores no<em> Núcleo Experimental do Satyros</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Cine Belvedere</em> é resultado de um ano e meio de pesquisa sobre o universo onírico e os distúrbios do sono, coordenada por Roberto Audio (Teatro da Vertigem), que também dirige o espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify">A peça gira em torno da história de um antigo diretor de cinema, que sofre de uma doença rara que o impossibilita de dormir e conseqüentemente de sonhar, então apropria-se de sonhos que não são seus e sonha pelos sonhos dos outros. Talvez para encontrar a si mesmo ou então descobrir que ele também é apenas um sonho de alguém.</p>
<p style="text-align: justify">Durante a apresentação o público será conduzido pelas salas e áreas externas do casarão, onde acompanhará diversos momentos da vida de uma família, cujas histórias foram preservadas através de um diário de sonhos. Como num filme, cada gesto e cada imagem, de realidade, sonho ou devaneio, ajudam a construir os arranjos e desarranjos dos personagens – dos pais às filhas, dos empregados às amantes do patriarca. Neste casarão vazio de móveis, nesta família cheia de vazios, o sonho pode ser a única realidade.</p>
<p><strong>CINE BELVEDERE</strong></p>
<p>Sábados, 21h, e domingos, 19h, até 25 de outubro</p>
<p>Casarão do Belvedere – Rua Pedroso, 267, Bela Vista.</p>
<p>(Próximo ao Metrô São Joaquim).</p>
<p>Apenas 16 lugares por sessão.</p>
<p>Tel: 3266-5272.</p>
<p>Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)</p>
<p><a href="http://arlequinal.com.br/2009/09/18/cia-bruta-de-arte-apresenta-espetaculo-itinerante/#more-513">Saiba mais sobre a Cia. Bruta de Arte</a></p>
<p><span id="more-513"></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Sobre a Cia. Bruta de Arte</strong></p>
<p style="text-align: justify">A Cia. Bruta de Arte surgiu em 2004, do coletivo de atores que durante três anos integrou o Núcleo Experimental dos Satyros (NES).</p>
<p style="text-align: justify">De janeiro de 2005 a dezembro de 2007, realizaram três espetáculos baseados nas investigações dos universos de Nelson Rodrigues, Antonin Artaud e William Shakespeare.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro trabalho do grupo – Ensaio sobre Nelson (2004) – dirigido por Nora Toledo e Jarbas Capusso Filho e o trabalho seguinte &#8211; Rua Taylor nº 214 (2005) &#8211; dirigido por Alberto Guzik, foram concebidos a partir das pesquisas sobre a obra Rodrigueana. As peças fizeram temporada no Espaço dos Satyros I e, em 2005 &#8211; Rua Taylor nº 214, ganhou o prêmio de melhor espetáculo no Festival de Teatro de Sumaré/SP.</p>
<p style="text-align: justify">O trabalho seguinte foi Vestir o Corpo de Espinhos (2006), também dirigido por Alberto Guzik e criado a partir da investigação do “Teatro da Crueldade” de Antonin Artaud. Após temporada em São Paulo o espetáculo representou o Brasil no Festival Multicultural Play Off/ 06, realizado em junho nas cidades de Herne, Essen, Dusseldorf e Gelsenkirchen,  na Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify">No mesmo ano o grupo iníciou uma nova pesquisa baseada na obra de William Shakespeare &#8211; Sonho de Uma Noite de Verão, que resultou no espetáculo El Truco com direção de Roberto Audio (Teatro da Vertigem) estreando em 2007 no Espaço dos Satyros II.</p>
<p style="text-align: justify">Em 2008, este núcleo forma a Cia. Bruta de Arte, consolidando o grupo como um núcleo multidisciplinar de criação e pesquisa, interessado na investigação de novas linguagens teatrais e, também, em outras expressões artísticas como a dança, a dramaturgia, a performance e as artes plásticas.</p>
<p style="text-align: justify">Para dar continuidade ao seu trabalho a Cia Bruta de Arte inicia uma nova pesquisa, agora sobre o universo onírico e os distúrbios do sono. Carl Gustav Jung, Gaston Bachelard, Sigmund Freud entre outros serviram como fonte para os novos estudos, assim como a livre inspiração no universo cinematográfico de alguns diretores  como  David Lynch, Alejandro Jodorowsky e Guy Maddin.</p>
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		<title>Trilogia Libertina</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira Inspirada nos romances do aristocrata francês marquês de Sade, a Cia. de Teatro Os Satyros reestréia a partir do dia 14 de agosto a Trilogia Libertina. Fazem parte da Trilogia as peças “A Filosofia na Alcova”, “Os 120 Dias de Sodoma” e “Justine”, esta última indicada este ano ao 22º Prêmio Shell [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Egnaldo Oliveira</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-465" src="http://arlequinal.com.br/wp-content/uploads/2009/08/120-dias.jpg" alt="120 dias" width="544" height="366" /></p>
<p style="text-align: justify">Inspirada nos romances do aristocrata francês marquês de Sade, a Cia. de Teatro Os Satyros reestréia a partir do dia 14 de agosto a<em> Trilogia Libertina</em>. Fazem parte da Trilogia as peças “A Filosofia na Alcova”, “Os 120 Dias de Sodoma” e “Justine”, esta última indicada este ano ao <em>22º Prêmio Shell de Teatro,</em> nas categorias melhor direção e melhor iluminação.</p>
<p style="text-align: justify">A <em>Trilogia Libertina</em> fica em cartaz no Espaço dos Satyros Dois nos seguintes horários: “A Filosofia na Alcova”, sexta-feira, 23h59; “Os 120 Dias de Sodoma”, sábado, 23h59; “Justine”, sexta e sábado, 21hs.</p>
<p style="text-align: justify">Fonte: <em>Cia. de Teatro Os Satyros</em></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://satyros.uol.com.br/noticia.asp?id_destaque=30" target="_blank">&gt; Mais informações sobre as peças</a></p>
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		<title>Coffee</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Egnaldo Oliveira</p>
<p><a href="http://www.novasvisoes.com.br/images/Egnaldo_coffee.jpg"><img src="http://www.novasvisoes.com.br/images/Egnaldo_coffee.jpg" alt="" width="460" height="719" /></a></p>
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		<title>Uma carta por Benjamin</title>
		<link>http://arlequinal.com.br/2009/06/30/uma-carta-por-benjamin/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 19:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira Ela não é mais uma escritora de blog, embora não se abstenha de usar a internet em causa própria, principalmente para a divulgação de seu trabalho. Gaúcha, 24 anos. Essa é Jana Lauxen, nome novo na literatura que surpreende com sua primeira publicação: Uma carta por Benjamin se atreve a transpor a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Egnaldo Oliveira</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://arlequinal.novasvisoes.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Fotos-da-Jana-106.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-339" style="margin: 5px;" src="http://arlequinal.novasvisoes.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Fotos-da-Jana-106-300x225.jpg" alt="Fotos da Jana 106" width="194" height="146" /></a>Ela não é mais uma escritora de blog, embora não se abstenha de usar a internet em causa própria, principalmente para a divulgação de seu trabalho. Gaúcha, 24 anos. Essa é Jana Lauxen, nome novo na literatura que surpreende com sua primeira publicação: <em>Uma carta por Benjamin </em>se atreve a transpor a barreira daquilo que grande parte da juventude atual entende por comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Benjamin, sujeito comum que vivia sua monótona existência desprovido de ambições, certo dia começa a receber cartas de uma mulher que não conhece, Madalena. A esse curioso evento começa a se atrelar a vida daquele que poderia ser qualquer um de nós e que se vê, de repente, tendo de tomar decisões a respeito de uma história da qual, mesmo sem querer, já é cúmplice.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma curta entrevista, Jana nos conta um pouco de sua cria e algumas impressões da gratificante, embora trabalhosa, vida de escritora.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Em tempos de Twitter, blogs e afins, como basear uma história numa carta e, mesmo assim, torná-la interessante?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que justamente porque vivemos tempos de twitter, blogs e afins, as cartas ganharam uma certa mística, algo quase romântico. Muitas pessoas me perguntam: porque Madalena mandou cartas e não e-mails?</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro porque, se ela mandasse e-mails, Benjamin teria um destinatário ao qual se remeter para tentar esclarecer suas dúvidas &#8211; coisa que a carta não permite, caso o remetente não coloque seu endereço. E Madalena precisava se resguardar, dando o mínimo de pistas possíveis de quem era.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo porque ela mandar cartas se tornou um fato muito curioso, e todo mundo quer saber por quê.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso é muito divertido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por que Benjamin?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um nome que eu gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Só.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Até que ponto a realidade de Jana interfere na ficção de Benjamin?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho impossível a realidade do autor não interferir na ficção que produz.</p>
<p style="text-align: justify;">Por mais que se tente escapar de pitadas autobiográficas (e eu tento, juro que tento!) a vida de quem conta a história interfere diretamente na história.</p>
<p style="text-align: justify;">Posso dizer que, assim como Benjamin, também precisei sair, na marra, da bolha onde me enfiei e encarar a vida que batia na porta.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo mundo, uma hora, precisa fazer isso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>A autocrítica faz parte de seu processo de criação como escritora? Caso sim, até que ponto ela interfere na formulação ou reformulação de seus textos?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Totalmente sim.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocar a idéia no papel é a parte mais fácil. Reescrever é que é difícil: cortar o que sobra, acrescentar o que falta, verificar se não há contradições na história.</p>
<p style="text-align: justify;">É um processo bem cansativo, mas extremamente rico – desde que não seja exagerado.</p>
<p style="text-align: justify;">E interfere positivamente na história, pois não deixa furos nem brechas no resultado final do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Uma Carta por Benjamin levou quase dois anos para ser publicado. Houve, nesse período, alguma mudança no texto original? </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pouca coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de enviar o material finalizado para a editora, apenas reli toda a história, acrescentei umas vírgulas e cortei umas frases que sobravam.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o enredo é exatamente o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>A curiosa história de Benjamin terá companhia? O que podemos esperar da escritora Jana Lauxen?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Claro, Benjamin não será filho único.</p>
<p style="text-align: justify;">Já tenho outro livro pronto, mas por hora pretendo me dedicar somente a ele, e a sua divulgação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas podem esperar, pois continuarei escrevendo aqui e ali, e divulgando tudo no meu blogue: <a href="http://www.janalauxen.blogspot.com/">www.janalauxen.blogspot.com</a>.</p>
<p align="center">___</p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Jana Lauxen é especialista em meter bedelho onde não foi chamada. De tanto exercer a arte de dar opiniões sem que ninguém tenha perguntado nada, virou editora da versão brasileira do site inglês <a href="http://www.3ammagazine.com/3am/">3:AM Magazine</a>, manda-chuva absoluta e soberana de seu blog, e-ditora do <a href="http://e-blogue.com/blogs/">E-Blogue.com</a> e colaboradora assídua da revista <a href="http://cafeespacial.wordpress.com/">Café Espacial</a>.</p>
<p style="text-align: center;">___</p>
<p><em><a href="http://arlequinal.novasvisoes.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Capa-Benjamin.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-335" style="margin: 5px;" src="http://arlequinal.novasvisoes.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Capa-Benjamin-201x300.jpg" alt="Capa Benjamin" width="90" height="134" /></a>Uma carta por Benjamin</em></p>
<p>Editora Multifoco, 2009.<br />
136 págs.<br />
1º Edição.</p>
<p>Preço: R$25,00 (sem frete)</p>
<p>Leia o <a href="http://janalauxen.blogspot.com/2009/04/uma-carta-por-benjamin-1-capitulo.html">1º capítulo</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mário Bortolloto no Espaço dos Satyros</title>
		<link>http://arlequinal.com.br/2009/06/02/mario-bortolloto-no-espaco-dos-satyros/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Egnaldo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Egnaldo Oliveira Uma experiência transcendental na proposta de suicídio entre duas pessoas; um cara metódico que se rende à devassidão de um encontro casual; e o reencontro de um casal que não tem mais nada em comum são os motes, respectivamente, das peças curtas “Billy, A Garota”, “Faz Frio na Varanda” e “Garotas Apaixonadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Egnaldo Oliveira</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-217" src="http://arlequinal.novasvisoes.com.br/wp-content/uploads/2009/06/curta-passagem-foto-divulgacao-1024x680.jpg" alt="curta-passagem-foto-divulgacao" width="655" height="435" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">Uma experiência transcendental na proposta de suicídio entre duas pessoas; um cara metódico que se rende à devassidão de um encontro casual; e o reencontro de um casal que não tem mais nada em comum são os motes, respectivamente, das peças curtas “Billy, A Garota”, “Faz Frio na Varanda” e “Garotas Apaixonadas Não Usam Aliança”, escritas e dirigidas por </span></strong><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Mário Bortolotto</span></em><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">, que entram em cartaz sob o título </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">“CURTA PASSAGEM”</span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">, no próximo dia </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">02 de junho</span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">,</span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">no <em>Satyros Um</em></span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">Bortolotto, dramaturgo, diretor, ator, músico e fundador do grupo de teatro </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">“Cemitério de Automóveis”</span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">, assume um olhar divertido e malicioso sobre questões triviais, e ao mesmo tempo complexas, do dia-a-dia. Ir ou ficar, viver ou morrer, arriscar ou não. O texto foi encenado pela primeira e única vez em 1992, em Londrina, cidade natal do autor, e agora estréia em São Paulo com </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Guta Ruiz, Carlos Carah (Carcarah), Dani Dezan, Carla Trombini e Francisco Eldo Mendes</span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;"> no elenco.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">A peça terá temporada de um mês, e fica em cartaz todas as terças-feiras, 21hs, no <em>Espaço dos Satyros Um</em>, até o dia 30 de junho.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">CURTA PASSAGEM</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Texto e direção: </span></strong><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;">Mário Bortolotto</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Elenco:</span></strong><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;"> Guta Ruiz, Carlos Carah, Dani Dezan, Carla Trombini e Francisco Eldo Mendes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;">Estréia:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;"> 02 de junho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Quando:</span></strong><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;"> Terças, 21hs, até 30 de junho<br />
</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Onde:</span></strong><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: normal;"> Espaço dos Satyros UM, Pça. Roosevelt, 214</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;">Quanto:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;"> R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$ 5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;">Lotação:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;"> 70 lugares</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: black;"><strong>Reestréia: </strong>Satyros 2 &#8211; Praça Roosevelt, 134<br />
Todos os sábados do mês de julho<br />
Ingressos : R$ 20</span></p>
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